domingo, 1 de agosto de 2010

Como?

Como poderia te esquecer?
Se na manhã escrevo teu nome no piso branco
E no espelho vejo refletido teu sorrido
Invade-me então o desejo de te ter
Ao entardecer e quando a noite vier

Como poderia te esquecer?
No caminho até a rua com seus estranhos nada percebo
Só relembro as marcas dos teus pés na minha varanda
E teu perfume que o vento carrega para a sala de estar
Impregnando meu sangue que te aspira se pára

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