Quanto de mim já tens?
Meu sono e a vigília
O pensamento todo
Este olhar castanho a relembra teu toque
Os dedos longos a desvendar a pele
Feliz pela doce força do teu beijo
Pela sensação guardada do enlace neste corpo
Refugiando -se no teu peito
Enquanto os ponteiros não marcam a hora de ir.
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