Das tuas lentes tiro palavras
Talvez o inverso do que tu vê
Porque não se sabe o que sentes
Quanto teus olhos piscam
Congelando aqueles que passam
Outros que ficam
A água que cobre a parede fina
Que virou lama derrubando o teto
Mostrando o céu pesado
Corpos amendrontados
Na espera que tudo vire passado.
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